‘Na minha cidade, Wesley Safadão não toca por R$ 1 milhão’, diz prefeito após Amupe aprovar novo teto de cachês


 O prefeito de Belo Jardim, Gilvandro Estrela (União Brasil), criticou nesta terça-feira (17) o pagamento de altos cachês a artistas em eventos promovidos por prefeituras. Durante o discurso, ele citou os cachês milionários recebidos por cantores como Wesley Safadão e Gusttavo Lima, afirmando que, em seu município, os artistas não se apresentariam por esse valor.

“Não vou deixar o povo passar necessidade para pagar R$ 1 milhão para uma banda”, declarou o prefeito.

A fala foi feita durante a posse de Pedro Freitas (PP) como presidente da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), em um momento de debate entre gestores sobre os custos de contratações artísticas. No mesmo encontro, prefeitos do estado aprovaram a criação de um teto de R$ 350 mil para cachês em eventos municipais. 

A fala foi feita durante a posse de Pedro Freitas (PP) como presidente da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), em um momento de debate entre gestores sobre os custos de contratações artísticas. No mesmo encontro, prefeitos do estado aprovaram a criação de um teto de R$ 350 mil para cachês em eventos municipais. 


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